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terça-feira, 29 de junho de 2010

Pela morte de Jesus se abriu o véu da separação


Igreja Batista Getsemane de Palmas – 26/06/2010
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“Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir-vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no espírito." (1 Pedro 3.18)

No momento em que Jesus morreu e exalou Sua vida, Ele nos conduziu de volta para Deus. Esse é o grandioso significado de Mateus 27.50-51: "E Jesus, clamando outra vez com grande voz, entregou o espírito. Eis que o véu do santuário se rasgou em duas partes, de alto a baixo..."

Isto quer dizer que, no mesmo momento em que Jesus morreu, o próprio Deus abriu para nós Sua morada, o Santo dos Santos, que até então estava fechada para nós por causa do pecado. Essa abertura foi conseguida pela morte de Jesus Cristo. Seu último grito e o rasgar do véu diante do Santo dos Santos aconteceram ao mesmo tempo, de modo que o autor da carta aos Hebreus jubila: "Tendo, pois, irmãos, intrepidez para entrar no Santo dos Santos, pelo sangue de Jesus, pelo novo e vivo caminho que ele nos consagrou pelo véu, isto é, pela sua carne, e tendo grande sacerdote sobre a casa de Deus, aproximemo-nos, com sincero coração..."


Isso vale para nós que cremos no Senhor. Pela morte de Jesus se abriu o véu da separação, e agora podemos entrar no Santo dos Santos e ter contato direto com Deus através de Seu Filho.

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.

Pr. Arthur Malta
Ministério Arthur e Rosalee

quinta-feira, 24 de junho de 2010

Algo em comum


Igreja Batista em Taguaraçu Tocantins – 23/06/2010
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"(...)porque não há diferença. Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.” (Romanos 3:22-23) 

“Mas Deus prova o seu amor para conosco em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores.” (Romanos 5:8) 

Em certa ocasião oficial, um dos convidados apresentou-se com ostentação à pessoa que estava ao seu lado, um cristão genuíno. Falou sobre o pai dele, que tinha uma alta posição no governo local, mencionou a origem nobre da mãe e acrescentou que um de seus irmãos era banqueiro e outro cirurgião.

“Da minha parte, particularmente não tive antepassados importantes”, respondeu o cristão com sinceridade. “Meu pai e minha mãe trabalharam como jardineiros para um bom patrão. Mas, um dia, minha mãe foi tentada a participar de um roubo do qual meu pai também foi parcialmente culpado. Ambos foram expulsos e sofreram as conseqüências do erro deles. Eu tinha dois irmãos. Um matou o outro por causa de ódio. Mas, me diga: será que, de certa forma, não temos algo em comum?”


Adão e Eva, Caim e Abel, cujas histórias estão nos capítulos 3 e 4 de Gênesis, são nossos ancestrais, e isso não podemos negar! Nossa natureza foi determinada por eles. Todos carregamos a marca do pecado original e, como resultado, cometemos pecados e nos tornamos culpados diante de Deus. A sentença ditada por Deus se aplica a todos: Seu julgamento é executado após a morte. Porém, há um remédio, mas apenas um: Jesus, que foi crucificado, e pagou o débito que tínhamos diante de Deus. Ele suportou o julgamento que deveria recair sobre nós. Quem crê nEle é liberto de toda a culpa e sentença.

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.

Pr. Arthur Malta
Ministério Arthur e Rosalee

terça-feira, 22 de junho de 2010

O Terremoto do Monte Pelé

Igreja Batista de Vila Nova Porto – 20/06/2010
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“Porque o salário do pecado é a morte.” (Romanos 6:23)

O vulcão Pelé da ilha Martinica esteve inativo por mais de cinqüenta anos. Porém no dia 4 de maio de 1902, a população começou a sentir estrondos subterrâneos; o vulcão lançou nuvens de fumaça, e sobre a cidade de Saint Pierre caiu uma chuva de cinzas. Uma comissão de peritos chegou à conclusão de que não era nada grave e que aquilo era conseqüência da natureza vulcânica da ilha. Quatro dias depois, um violento terremoto e uma extraordinária erupção destruíram a cidade. Trinta mil pessoas morreram.

Não foi obra do acaso. A decadência espiritual e moral dos habitantes havia chegado a um nível em que perderam todo o conceito de reverência. Zombaram da piedade a tal ponto de pegar um porco e o crucificarem publicamente para escarnecer de Cristo. Como esse fato agradou os moradores da cidade, planejaram repeti-lo. Porém justamente nesse dia a natureza desencadeou suas forças para lembrar o homem que a Deus é devida adoração e respeito. 


Poucos dias antes da catástrofe em Saint Pierre, um evangelista disse que aquele era "um dos lugares mais corruptos do mundo". Ele quis anunciar a mensagem do evangelho, mas os habitantes não lhe permitiram. Tampouco levaram em consideração outras advertências, achando que eram apenas simples ameaças de religiosos profissionais. Quão terrível foi a conseqüência de tamanha insensatez! Como diz a Bíblia: "Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda impiedade e injustiça dos homens" (Romanos 1:18).

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.

Pr. Arthur Malta
Ministério Arthur e Rosalee

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Não há diferença


Igreja Batista Central de Paracatu– 14/06/2010 
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"Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus."  (Romanos 3:23)

Nos primeiros capítulos da epístola aos Romanos, duas classes de pessoas são mencionadas: os que estão “sem lei” (os gentios) e os que estão sob a lei (os judeus). O Espírito de Deus coloca ambos sob o mesmo veredito: “todos pecaram”. Isso torna impossível qualquer auto-justificação diante de Deus, e isso deveria nos fazer pensar.

Talvez você pense: “Eu não posso entender por que não há diferença entre mim, que tento levar uma vida correta, e um terrível criminoso.” Você não é a primeira pessoa a dizer isso. Em nenhum lugar, a Palavra de Deus afirma que os pecados são igualmente graves, mas que todos pecaram e, portanto, caíram do padrão estabelecido pela graça de Deus. Deus exerce um julgamento justo: Ele irá levar em consideração a medida da culpa, a extensão dos pecados e as circunstâncias sob as quais foram cometidos. A severidade de Seu julgamento também dependerá do quanto conhecemos acerca de Deus e de Sua Palavra.


Quão sério é quando os filhos dos cristãos, que ouviram tanto sobre o Senhor Jesus, escolhem se afastar de Deus! Cidades como Corazim, Betsaida e Cafarnaum, que tiveram o privilégio de assistir muitos milagres de Jesus, receberam uma sentença mais severa que Tiro e Sidom, e até mesmo a imoral Sodoma (Lucas 10:13-15). Mas agora é o dia da graça. Todos os que se submeterem ao veredicto de Deus serão “justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus” (Romanos 3:24).

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.

Pr. Arthur Malta
Ministério Arthur e Rosalee

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Zaqueu e a menina africana

Comunidade Ministério da Fé Recanto – 07/06/2010
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"Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça." (1João 1:9)

 Embora tenha ocorrido há muitos anos, essa história poderia facilmente acontecer hoje em dia. Um missionário chamado Niven foi enviado à África como professor. Seu desejo era levar o Evangelho às crianças africanas por intermédio de seu trabalho.

Um dia, Niven contou a história de Zaqueu, o coletor de impostos. Em termos bem simples, ele explicou como Zaqueu, sendo pequeno, subiu em uma árvore para poder ver Jesus, o famoso Professor, que iria passar em sua cidade naquele dia. Em suspense, as crianças ouviram como Jesus descobriu o coletor de impostos na árvore e o chamou: “Zaqueu, desce depressa, pois me convém ficar hoje em tua casa” (Lucas 19:5). E Zaqueu recebeu o Mestre com alegria. O missionário enfatizou o momento em que o coletor de impostos confessou ao Senhor que havia extorquido as pessoas e iria pagar seu débito quatro vezes mais para compensar o mal que fizera.


No dia seguinte, uma menina que havia ganhado um prêmio numa competição escolar se aproximou do missionário. Para a surpresa dele, ela lhe entregou quatro vezes mais a quantia que ganhara na competição. Entre lágrimas, ela confessou que tinha ganho o prêmio trapaceando, pois copiara o trabalho de outra criança.

A alegria do missionário com aquela confissão foi realmente grande. Mas deixou claro para aquela criança que ela teria de confessar seu pecado para Deus também. Deus perdoa somente aqueles que confessam e crêem que o Senhor Jesus Cristo pagou nossa dívida com Seu sangue na cruz do Calvário.

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.

 Pr. Arthur Malta
 Ministério Arthur e Rosalee

terça-feira, 18 de maio de 2010

Requisitos para o julgamento


Comunidade da Fé Recanto das Emas – 14/05/2010
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"Por isso, nenhuma carne será justificada diante dele pelas obras da lei, porque pela lei vem o conhecimento do pecado." (Romanos 3:20)

 Durantes suas reuniões, o evangelista inglês Charles Stanley costumava responder às perguntas da platéia. Certa vez, quando pregou sobre Romanos 3, enfatizando a total incapacidade humana de cumprir os mandamentos de Deus, um senhor ficou em pé e disse: "Senhor Stanley, se um pai dá uma tarefa ao filho, sabendo perfeitamente que o garoto não terá condições de cumpri-la, não seria injusto punir o menino por não fazer o que foi pedido?" 


Stanley sentiu que o homem estava jogando sua própria responsabilidade nas costas de Deus. O evangelista respondeu mediante uma ilustração: "Imagine um navio perdido no meio de uma tempestade e preste a afundar. Você sabe que a tripulação irá morrer e deseja resgatá-los. No bote salva-vidas, você não começará a discutir princípios de navegação ou as razões do desastre. Você se aproximará do navio o máximo possível para salvar quantos puder." Então, passou a explicar que Jesus Cristo é o bote salva-vidas que tenta resgatar o perdido. Os mandamentos de Deus não os beneficiará: eles foram dados para convencer as pessoas de seu estado de perdição.


Deus não julga as pessoas por não serem capazes de cumprir Seus mandamentos. O julgamento de Deus recairá sobre os que desprezam ou ignoram as exigências de Deus e pensam que não precisam de um Salvador. "Quem crê nele não é condenado; mas quem não crê já está condenado, porquanto não crê no nome do unigênito Filho de Deus" (João 3:18).

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.

Pr. Arthur Malta
Ministério Arthur e Rosalee

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Jesus mudou a minha vida!


"Isto diziam eles tentando-o, para terem de que o acusar. Mas Jesus, inclinando-se, escrevia na terra com o dedo." (João 8.6)

O versículo acima está contido no relato onde uma mulher adúltera é trazida a Jesus por seus acusadores. E com esse acontecimento, o Senhor Jesus se defronta com um dilema aparentemente insolúvel, pois a justiça divina tinha que ser cumprida integralmente. Se em sua consciência você se sente acusado e merecedor de condenação diante da face de Deus, isso é verdade, porque Deus é santo.

Mas preste atenção no maravilhoso caminho que Jesus abriu para essa mulher, essa adúltera, em seu dilema: "...inclinando-se, escrevia na terra com o dedo." É como se, com esse procedimento, Jesus quisesse dizer: "Sim, esta mulher pecou, mas eu me humilho em seu lugar." Será que Ele escreveu palavras de misericórdia na terra? Podemos imaginar que sim, pois logo depois de dizer aos acusadores da mulher: "Aquele que dentre vós estiver sem pecado, seja o primeiro que lhe atire pedra", eles se retiraram um por um, e aí Jesus novamente se ergueu e falou: "Mulher... ninguém te condenou?" Respondeu ela: Ninguém, Senhor". Então lhe disse Jesus:" Nem eu tão pouco te condeno; vai, e não peques mais." Essa mulher achou perdão e podia exclamar: Jesus me perdoou! Ele mudou a minha vida!

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.

Pr. Arthur Malta 
Ministério Arthur e Rosalee

terça-feira, 11 de maio de 2010

Desfaça seus pecados!

Igreja Batista Getsemani – Cidade Ocidental - 10/05/2010
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“O que encobre as suas transgressões nunca prosperará; mas o que as confessa e deixa alcançará misericórdia.” (Provérbio 28:13)  

Qual é o proveito de confessar uma transgressão se, no dia seguinte, caio nela novamente? É verdade que a graça de Deus é abundante, mas será que isso me permite abusar dela (Romanos 6:1-2)? A ordem "Desfaça seus pecados" foi dada para Nabucodonosor, o poderoso rei da Babilônia. Ele havia sido avisado em um sonho e pediu ao profeta Daniel que o interpretasse. O sábio profeta terminou dizendo: "Portanto, ó rei, aceita o meu conselho e desfaze os teus pecados pela justiça e as tuas iniqüidades, usando de misericórdia" (Daniel 4:27), acrescentando que essa era a chave para a tranqüilidade. 

Sérios avisos estão evidentes no dia de hoje. Muitos consideram isso uma ameaça para o futuro. A cristandade também está em uma situação deplorável. Não deveríamos estar atentos? Isso não se aplica somente para os outros: cada indivíduo tem de ouvir a voz de Deus. O Senhor diz para mim e para você: "Lavai-vos, purificai-vos, tirai a maldade de vossos atos de diante dos meus olhos e cessai de fazer mal" (Isaías 1:16-17).


 O que a lei de Moisés exigiu e que nenhum homem foi capaz de cumprir, Jesus Cristo realizou plenamente. Se abrirmos nosso coração pela fé para o amor de Jesus, receberemos a força para "que possais andar dignamente diante do Senhor" (Colossenses 1:10). Os nossos pecados estão, assim, anulados; temos uma nova vida e possuímos a força para rejeitar tudo o que Deus chama de pecado. "A graça de Deus" nos ensina que "renunciando à impiedade e às concupiscências mundanas, vivamos neste presente século sóbria, justa e piamente" (Tito 2:11-12). 

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.

Pr. Arthur Malta Ministério 
Arthur e Rosalee

terça-feira, 27 de abril de 2010

E a pedra era Cristo.

Igreja Batista Ebenezer Val Paraíso - 26/04/2010
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"Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer darei eu a comer do maná escondido." (Apocalipse 2:17)

Meditações sobre o livro de Êxodo (Leia Êxodo 16:32-36 - 17:1-7)

"Toma um vaso, mete nele um gômer cheio de maná..." (v. 33). Era a porção de Deus. "O maná escondido, Cristo vindo do céu e feito homem, ressurreto e exaltado no céu com um corpo glorificado, isto pertencia aos deleites de Deus" (H.Rossier) - deleites que Ele compartilha com os vencedores (Apocalipse 2:17).

Depois da fome, é a sede que se torna o motivo de murmuração deste povo miserável. E agora? A graça de Deus serviu-se disso uma vez mais para nos revelar um mistério valioso, cuja explanação se encontra em 1 Coríntios 10:4: "Beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo" (veja também João 7:37-39). Mas, para que saísse água da rocha (a vida do Espírito), era necessário que a rocha fosse ferida, do mesmo modo que Cristo fora ferido na cruz pelas mãos do próprio Deus. Entretanto, observemos: Foi o pecado do povo, suas murmurações e rebeliões, que fez com que a rocha fosse ferida. "Por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido", disse o profeta a respeito de Cristo (Isaías 53:8). E assim, enquanto o maná é uma figura de Cristo vindo do céu, a rocha ferida nos fala de Cristo crucificado, e a água viva representa o Espírito Santo, o poder da nova vida que o ressurreto e vivo Salvador dá a todos os que nEle crêem.

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.


Pr. Arthur Malta
Ministério Arthur e Rosalee

terça-feira, 30 de março de 2010

Arrependimento e fé

Igreja Batista Central de Brasília - 28/03/2009

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“Testificando, tanto aos judeus como aos gregos, a conversão a Deus e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo.” (Atos 20:21)

O versículo bíblico de hoje nos mostra os dois passos necessários que devem ser dados para a salvação: arrependimento para com Deus e fé em Jesus Cristo. Sem isso a salvação é impossível.

O arrependimento envolve uma completa mudança na atitude de uma pessoa. Não é um exercício externo, mas um processo interior que afeta o coração humano, a fonte de todos os atos. Quem genuinamente se arrepende, volta-se para Deus com toda a humildade, sem justificar a si mesmo ou o seu passado. Isso conduz a um total repúdio ao pecado e a uma confissão tal qual a do filho pródigo em Lucas 15: “Pai, pequei contra o céu” (v. 21). Os que se arrependeram têm uma visão diferente de si mesmos e da vida a partir de então.

Pelo arrependimento, olhamos para nosso passado e o julgamos novamente. Pela fé, em contraste, olhamos para Cristo, o Filho de Deus, e para Sua obra de redenção. Jesus Cristo é o exemplo ideal da misericórdia divina. Em Jesus o pecador vê a graça que traz salvação, o Salvador do mundo, que expiou nossos pecados e dá a vida eterna a todos os que nEle crêem. O pecador ouve Jesus graciosamente convidando: “Venha a mim!” A fé olha para a cruz do Calvário, onde Cristo em Sua morte sacrificial suportou nossa culpa e a punição que deveria cair sobre nós. Assim, o coração do que crê acha a perfeita paz. Sabe que é justificado diante de Deus pelo precioso sangue de Cristo e purificado de todo o pecado. O pecador também tem confiança que está protegido do julgamento que certamente um dia virá sobre todos os vivos e mortos (Romanos 14:12).

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito. Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

quinta-feira, 4 de março de 2010

O QUADRO DE REMBRANDT

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“A nossa culpa cresceu até aos céus.” (Esdras 9:6) Uma pintura de Rembrandt mostra a cruz de Jesus Cristo sendo erigida no Gólgota. Uma execução desse tipo era lenta e torturante. Ao pé da cruz, bem no centro da pintura, está um jovem, facilmente reconhecível como o próprio Rembrandt em sua juventude, executando ordens. Ele é um cúmplice ajudando na laboriosa obra, e assim participando um pouco da culpabilidade humana. Embora o prazer de Rembrandt em se auto-retratar seja uma característica bem conhecida de sua obra, é surpreendente encontrá-lo desempenhando uma parte desumana nesta cena. O que Rembrandt está descrevendo aqui é um comentário muito pessoal daquilo que hoje é conhecido como complexo de culpa. O que torna isso digno de crédito é o fato de que ele se auto-apresenta como um ajudante cúmplice, não apontando o dedo aos outros que levam sobre si um maior fardo de culpa. O que ele está dizendo, através da pintura, é: "Eu tenho uma parte nesta injustiça!" Quando a questão é a culpabilidade, poucas pessoas seguem o exemplo de Rembrandt. Normalmente criticam ou culpam os outros. Mas aqui não se trata da culpabilidade de outras pessoas: Rembrandt estava consciente de que ele era culpado diante de Deus, cujas santidade e justiça devem ser reverenciadas. O fato de que Jesus Cristo teve de sofrer uma vergonhosa e cruel morte na cruz é uma questão que diz respeito a todas as pessoas: todos nós somos culpados porque todos nós somos pecadores. O reconhecimento deste fato é o ponto central deste assunto. Rembrandt e muitos de seus contemporâneos perceberam algo da responsabilidade pessoal pela morte de Cristo, confessando isso posteriormente. É isso o que os distingue da maioria das pessoas no começo deste novo século. Mas a culpa pessoal pela crucificação não era apenas algo da Idade Média; é também uma questão bem atual. Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito. Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee
 
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