terça-feira, 30 de março de 2010

Arrependimento e fé

Igreja Batista Central de Brasília - 28/03/2009

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“Testificando, tanto aos judeus como aos gregos, a conversão a Deus e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo.” (Atos 20:21)

O versículo bíblico de hoje nos mostra os dois passos necessários que devem ser dados para a salvação: arrependimento para com Deus e fé em Jesus Cristo. Sem isso a salvação é impossível.

O arrependimento envolve uma completa mudança na atitude de uma pessoa. Não é um exercício externo, mas um processo interior que afeta o coração humano, a fonte de todos os atos. Quem genuinamente se arrepende, volta-se para Deus com toda a humildade, sem justificar a si mesmo ou o seu passado. Isso conduz a um total repúdio ao pecado e a uma confissão tal qual a do filho pródigo em Lucas 15: “Pai, pequei contra o céu” (v. 21). Os que se arrependeram têm uma visão diferente de si mesmos e da vida a partir de então.

Pelo arrependimento, olhamos para nosso passado e o julgamos novamente. Pela fé, em contraste, olhamos para Cristo, o Filho de Deus, e para Sua obra de redenção. Jesus Cristo é o exemplo ideal da misericórdia divina. Em Jesus o pecador vê a graça que traz salvação, o Salvador do mundo, que expiou nossos pecados e dá a vida eterna a todos os que nEle crêem. O pecador ouve Jesus graciosamente convidando: “Venha a mim!” A fé olha para a cruz do Calvário, onde Cristo em Sua morte sacrificial suportou nossa culpa e a punição que deveria cair sobre nós. Assim, o coração do que crê acha a perfeita paz. Sabe que é justificado diante de Deus pelo precioso sangue de Cristo e purificado de todo o pecado. O pecador também tem confiança que está protegido do julgamento que certamente um dia virá sobre todos os vivos e mortos (Romanos 14:12).

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito. Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

Arrependimento e fé

quinta-feira, 25 de março de 2010

Venerado seja entre todos o matrimônio

Igreja Batista Central de Brasília - 15/03/2009

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“Venerado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula; porém aos que se dão à prostituição e aos adúlteros Deus os julgará.” Hebreus 13:4

Nos manuais de equipamentos eletroeletrônicos geralmente há uma seção intitulada "Instruções de uso". Se alguém usar inadequadamente o equipamento, pode haver danos tanto para a pessoa quanto para o aparelho. Pode-se entender por que as fábricas não se responsabilizam por estragos desse tipo.

Deus, que criou a humanidade, concedeu a nós uma abundância de habilidades. Ele nos proveu com inteligência e um senso de responsabilidade. Para satisfazer nossas necessidades, Ele colocou inúmeras coisas úteis à disposição e garantir que houvesse grande liberdade em nossas realizações. Contudo, para evitar danos, os limites que Ele impôs têm de ser respeitados.

Isso não se aplica somente à nossa responsabilidade quanto ao uso da comida e divertimento, mas também aos relacionamentos sexuais. A Bíblia afirma que o casamento é o limite dentro do qual homem e mulher podem desfrutar os prazeres da relação física. Fora dele, a atividade sexual é pecado, e "o salário do pecado é a morte" (Romanos 6:23). Se as pessoas pensam e agem com liberalidade a respeito desse assunto, não é de se estranhar que haja graves conseqüências para a sociedade como um todo, e isto por causa do desprezo às "instruções de uso" que Deus escreveu em Seu manual, as Sagradas Escrituras. "Há caminho que ao homem parece direito, mas o fim dele são os caminhos da morte" (Provérbio 14:12).

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito. Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

terça-feira, 23 de março de 2010

Paz Interior 2

Igreja Batista Betel Barreiras – Bahia - 08/03/2009

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Jesus nos leva às tempestais para fortelecer nosso caráter e nos preparar para dificuldades maiores.

Os problemas que enfrentamos vêm de diversas origens: de nós mesmos, de outras pessoas, do fato de vivermos num mundo decaído e de Satanás, nosso adversário. E Deus, por vezes, permite que tenhamos problemas de várias fontes, ao mesmo tempo. Contudo ele sempre tem um objetivo definido para eles.

"... A provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança. Ora, a perseverança deve ter ação completa, para que sejais perfeitos e íntegros, em nada deficientes." (Tg 1.3,4.)

Jesus nos leva a passar por temporais para nos preparar para ajudar outros.

O apóstolo Paulo, escrevendo a uma igreja que estava passando por sofrimentos, expressou o seguinte: "Bendito seja o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai de misericórdias e Deus de toda consolação! É ele que nos conforta em toda a nossa tribulação, para podermos consolar os que estiverem em qualquer angústia, com a consolação com que nós mesmos somos contemplados por Deus." (2 Co1.3,4).

Jesus nos leva a passar por provações para nos revelar sua Pessoa e seu poder.

Naquele temporal com os discípulos, ele deu ordem aos ventos e às ondas, e ambos se aquietaram. Quando aqueles homens viram o controle que ele exercia sobre os elementos, perderam todo o medo e ficaram grandemente admirados. Ali Jesus estava revelando uma faceta de sua natureza que eles ainda não conheciam.

O mesmo pode acontecer conosco. Se perseverarmos na fé até recebermos a solução de nossos problemas, poderemos ver admiráveis manifestações do poder do Senhor Jesus, em meio às situações mais difíceis que passarmos. A Bíblia nos afirma: "Muitas são as aflições do justo", e nos dá a promessa: "... mas o Senhor de todas o livra" (Sl 34.19). Jesus não garante que nossa jornada no mar da vida será sempre tranquila. Contudo promete que chegaremos ao nosso destino sãos e salvos. Se fixarmos os olhos em sua promessa de nos levar a passar pelos problemas em segurança, teremos a força e a coragem de que precisamos para seguir em frente, deixando que ele nos guie em meio aos vendavais.

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito. Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

quinta-feira, 18 de março de 2010

Paz Interior

Igreja Batista Missionária de Barreira - Bahia - 07/03/2009

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"Para que, uma vez confirmado o valor da vossa fé, muito mais preciosa do que o ouro perecível, mesmo apurado por fogo, redunde em louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo." 1 Pedro 1.7.

Voltando um pouco no tempo, queria refletir sobre uma meditação que fiz no livro Paz Interior em Tempos de Crise, que falava de Jesus e seus discípulos na tempestade que enfrentaram na travessia do mar. Já passei por alguns mares atormentados e já perguntei "por que?". Possivelmente o mesmo tem acontecido com você.

Quero mencionar aqui cinco respostas possíveis para esta pergunta.

Jesus nos leva a passar por temporais para que o invoquemos. Como aconteceu aos discípulos, nós passamos por temporais que servem para abalar nossa autoconfiança, para remover nosso sentimento de auto-suficiência e nos aproximar mais de Jesus. Aí, reconhecemos nossa fraqueza e pedimos que ele nos socorra naquela tribulação.

Jesus nos leva a passar por temporais para fortalecer nossa fé. Nossa fé cresce em quatro situações principais: quando a nutrimos, quando a exercitamos, quando é provada e quando é recompensada. O problema é que não a exercitamos nem a nutrimos com a freqüência que deveríamos. Por isso, Deus nos submete a provas.

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito. Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

terça-feira, 16 de março de 2010

A HUMILDADE E A SOBERBA

“A soberba, a arrogância, o mau caminho e a boca perversa, eu os aborreço. Da soberba só resulta a contenda.” Provérbios 8:13; 13:10

“Aprendei de mim, porque sou manso e humilde de coração [disse Jesus].” Mateus 11:29

A soberba nasce da comparação que se faz de si mesmo com os demais. Então entra em cena o pendor de se situar numa posição mais elevada do que os outros e achar motivos para demonstrar essa superioridade, por exemplo, no que diz respeito à capacidade intelectual, ao sucesso social, à sua casa... Depois de feitas as observações, a pessoa atribui a si mesma o mérito da preeminência que acredita corresponder-lhe e se congratula por isso, pelo menos interiormente. O primeiro versículo do post de hoje nos faz recordar que Deus abomina essa atitude. Na realidade, a soberba foi a causa da rebeldia tanto do diabo como do homem contra Ele. O homem se compara a Deus e, de alguma forma, quer ser igual a Ele. É o que a serpente propôs a Adão e Eva: "como Deus, sereis".

O segundo versículo ("Da soberba só resulta a contenda") desvenda a raiz de todas as contendas, em qualquer hierarquia existente, desde a disputa conjugal até os grandes conflitos mundiais. A vida divina permite ao crente seguir com fidelidade o exemplo de seu Senhor e assim escapar do orgulho. Nesta condição ele considerará os seus irmãos e irmãs na fé com humildade, estimando-os superiores a si mesmo (Filipenses 2:3). Todas as pessoas serão vistas como alguém por quem Cristo também morreu. Como convém esforçar-nos para manifestar a humildade que o Senhor nos convida a aprender dEle!

Igreja Batista Avivamento Profético - Salvador - 03/03/2010

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Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.

Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

quinta-feira, 11 de março de 2010

A Bíblia do marinheiro

Igreja Batista Caminho das Árvores - Bahia - 28/02/2010

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"Aperto e angústia se apoderam de mim; não obstante, os teus mandamentos são o meu prazer. Pelo que amo os teus mandamentos mais do que o ouro, e ainda mais do que o ouro fino." (Salmo 119:143, 127)

A família de um antigo marinheiro inglês preservava com carinho a Bíblia que o bisavô usou por quase meio século. Nela estava escrito:

"Recebi essa Bíblia de S. Raikes em Hereford. Ela tem sido minha companheira fiel por 53 anos, 41 deles passados no mar. Participei de 45 batalhas e fui ferido muitas vezes. Três vezes naufraguei; uma vez o navio pegou fogo. Por duas vezes, o navio em que servia ficou completamente destruído. Contraí doenças infecciosas quinze vezes. Mas, em todas essas circunstâncias, sempre encontrei nessa Bíblia conforto e apoio. Confirmo a veracidade de tudo isso, que escrevi de próprio punho."

Que exemplo de fidelidade mútua! A Bíblia, a companhia mais leal de todos os momentos, encontrou um amigo naquele marinheiro, que a estimava e cuidava. Ele conseguiu conservá-la durante os reveses da vida, nos quais ele facilmente poderia tê-la perdido. Ele a guardava como um tesouro.

Mas o marinheiro também se lembrava da fidelidade da Bíblia para com ele. Por causa de sua fé, a Palavra de Deus tornou-se seu apoio e conforto nos longos anos de serviço naval, nos quais enfrentou todos os tipos de situações.

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito. Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

terça-feira, 9 de março de 2010

SALVOS PELA LOUCURA

Igreja Batista Missionária de Águas Claras Salvador - 27/02/2010

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A palavra da cruz é loucura para os que perecem; mas para nós, que somos salvos, é o poder de Deus. (1 Coríntios 1:18).

Um alpinista relatou o seguinte: "Junto com um amigo, estava escalando uma montanha nos Alpes. Nós nos perdemos, e quando chegou a minha vez de liderar, repentinamente me vi diante do precipício. Não havia como seguir em frente. E retornar era igualmente perigoso. Abaixo de nós, estava um lago onde se podiam se ver os picos das montanhas refletidos na água. Uma queda seria fatal.

Mas precisávamos continuar. Não podíamos ver um lugar seguro para firmar os pés. Havia uma pequena elevação na rocha, nada além de um passo. Nossa única chance era pular, o que parecia uma completa loucura. Nenhum alpinista experiente faria isso. Mas tínhamos de tentar. Nós dois conseguimos e escalamos o paredão mais estreito. O perigo passou e conseguimos chegar ao topo.

Aquela subida se parece com a minha vida. Estava indo pelo caminho errado até que cheguei a um beco sem saída e percebi meu estado de perdição. Não podia voltar e reviver minha vida, e continuar significaria condenação eterna.

Então, vi o escape: a cruz do Senhor Jesus Cristo. Apenas tinha de me aventurar a saltar. Parecia loucura, como a Bíblia diz. Aconselho você a fazer o mesmo que eu fiz: deixe tudo para trás! Volte-se para Jesus Cristo. Siga o exemplo do cego que 'lançando de si a sua capa, levantou-se e foi ter com Jesus' (Marcos 10:50)".

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito. Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

quinta-feira, 4 de março de 2010

O QUADRO DE REMBRANDT

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“A nossa culpa cresceu até aos céus.” (Esdras 9:6) Uma pintura de Rembrandt mostra a cruz de Jesus Cristo sendo erigida no Gólgota. Uma execução desse tipo era lenta e torturante. Ao pé da cruz, bem no centro da pintura, está um jovem, facilmente reconhecível como o próprio Rembrandt em sua juventude, executando ordens. Ele é um cúmplice ajudando na laboriosa obra, e assim participando um pouco da culpabilidade humana. Embora o prazer de Rembrandt em se auto-retratar seja uma característica bem conhecida de sua obra, é surpreendente encontrá-lo desempenhando uma parte desumana nesta cena. O que Rembrandt está descrevendo aqui é um comentário muito pessoal daquilo que hoje é conhecido como complexo de culpa. O que torna isso digno de crédito é o fato de que ele se auto-apresenta como um ajudante cúmplice, não apontando o dedo aos outros que levam sobre si um maior fardo de culpa. O que ele está dizendo, através da pintura, é: "Eu tenho uma parte nesta injustiça!" Quando a questão é a culpabilidade, poucas pessoas seguem o exemplo de Rembrandt. Normalmente criticam ou culpam os outros. Mas aqui não se trata da culpabilidade de outras pessoas: Rembrandt estava consciente de que ele era culpado diante de Deus, cujas santidade e justiça devem ser reverenciadas. O fato de que Jesus Cristo teve de sofrer uma vergonhosa e cruel morte na cruz é uma questão que diz respeito a todas as pessoas: todos nós somos culpados porque todos nós somos pecadores. O reconhecimento deste fato é o ponto central deste assunto. Rembrandt e muitos de seus contemporâneos perceberam algo da responsabilidade pessoal pela morte de Cristo, confessando isso posteriormente. É isso o que os distingue da maioria das pessoas no começo deste novo século. Mas a culpa pessoal pela crucificação não era apenas algo da Idade Média; é também uma questão bem atual. Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito. Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

terça-feira, 2 de março de 2010

A nossa comunhão

Igreja Batista Missionária Jardim Imperial - Bahia - 21/02/2010

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A nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo (1 João 1:3).

O apóstolo João começa a sua epístola lançando a base que estabelece a comunhão entre os cristãos. Não se trata de uma convenção humana, mas de uma relação vivida com Deus, na qual Ele é conhecido como Pai, e com o Seu Filho, o qual nos levou a Ele. A carta aos filipenses dá exemplos da manifestação desta comunhão na vida cristã: “A comunhão na pregação do Evangelho(Filipenses 1:5). Os filipenses tinham conhecido o Evangelho por intermédio de Paulo e, mesmo estando separados dele por muitos quilômetros, perseveravam com o apóstolo na pregação do Evangelho. A graça (Filipenses 1:7) de trabalhar para o mesmo Senhor os unia. A "comunhão do Espírito" (Filipenses 2:1), Paulo anelava que os filipenses tivessem um só pensamento: o mesmo que estava em Cristo Jesus quando Ele veio para nos salvar, ou seja, o de obedecer a Deus em abnegação total. “A comunhão nos sofrimentos de Cristo” (Filipenses 3:10), Paulo anelava realizar pessoalmente a comunhão com o Senhor neste aspecto, e exorta a seus irmãos de Filipos a agir assim também. “A comunhão na aflição de Paulo” (Filipenses 4:14), apesar de sua extrema pobreza, os filipenses várias vezes enviaram donativos para suprir as necessidades de Paulo. A comunhão entre os irmãos também se expressa mediante a solicitude nas circunstâncias adversas. “A comunhão com o Pai e com o Seu Filho” (citada no cabeçalho do blog de hoje - 1 João 1:3) expressa-se de forma especial quando os crentes se reúnem para tomar a Ceia do Senhor. Mediante o emblema do único pão, formado por muitos grãos de trigo, recordam os que todos os verdadeiros filhos de Deus fazem parte do "corpo de Cristo" (que é a Igreja de Deus - 1 Coríntios 10:16-17).

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito. Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee
 
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