Igreja Batista Nova Jerusalém – Distrito Federal - 29/03/2010
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“Quando estavam à mesa, tomando ele [Jesus] o pão, abençoou e, tendo-o partido, lhes deu; então, se lhes abriram os olhos, e o reconheceram.” Lucas 24:30-31
O coração daqueles discípulos que saíram tristes de Jerusalém passou a arder à medida que seguiam no caminho a Emaús. Jesus, sem se dar a conhecer, aproximou-se deles e lhes ensinou o significado das Escrituras, cujo centro é Ele próprio. Chegado ao destino, os discípulos constrangem Jesus a ficar com eles. O Senhor nunca se impõe; Ele deseja ser requisitado pelo nosso amor. E então se dispõe e nos proporciona comunhão com Ele. Assentados à mesa, os discípulos passam o pão a Jesus. Nós, de modo semelhante, quando nos reunimos para recordar o Senhor, somos convidados a oferecer-lhe alguma coisa: o nosso louvor e adoração. Em seguida, o Senhor partiu o pão. Embora tenhamos algo que Lhe oferecer, é sempre Ele quem entoa e conduz o louvor por meio do Espírito Santo. Assim entendemos que, qualquer que seja o motivo de nossas reuniões, devemos permitir que Ele tenha a direção e o lugar de destaque. No momento em que Jesus partiu o pão, os discípulos O reconheceram. É surpreendente que não tenham feito isto antes, em particular quando Ele lhes fez a magistral exposição das Escrituras. Não estaria o Senhor nos mostrando que aprendemos mais sobre Sua pessoa mediante a comunhão com Ele (o "comer com Ele") do que mediante o conhecimento doutrinário? Depois de lhes dar o pão, Jesus desapareceu da presença deles. Por que a Escritura não diz que Ele os deixou? Porque, mesmo invisível, está conosco todos os dias, "até a consumação do século" (Mateus 28:20).
Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.
Igreja Batista Missionária Jardim Imperial - Bahia - 21/02/2010
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A nossa comunhão é com o Pai e com seu Filho, Jesus Cristo (1 João 1:3).
O apóstolo João começa a sua epístola lançando a base que estabelece a comunhão entre os cristãos. Não se trata de uma convenção humana, mas de uma relação vivida com Deus, na qual Ele é conhecido como Pai, e com o Seu Filho, o qual nos levou a Ele. A carta aos filipenses dá exemplos da manifestação desta comunhão na vida cristã: “A comunhão na pregação do Evangelho” (Filipenses 1:5). Os filipenses tinham conhecido o Evangelho por intermédio de Paulo e, mesmo estando separados dele por muitos quilômetros, perseveravam com o apóstolo na pregação do Evangelho. A graça (Filipenses 1:7) de trabalhar para o mesmo Senhor os unia. A"comunhão do Espírito"(Filipenses 2:1), Paulo anelava que os filipenses tivessem um só pensamento: o mesmo que estava em Cristo Jesus quando Ele veio para nos salvar, ou seja, o de obedecer a Deus em abnegação total. “A comunhão nos sofrimentos de Cristo”(Filipenses 3:10), Paulo anelava realizar pessoalmente a comunhão com o Senhor neste aspecto, e exorta a seus irmãos de Filipos a agir assim também. “A comunhão na aflição de Paulo”(Filipenses 4:14), apesar de sua extrema pobreza, os filipenses várias vezes enviaram donativos para suprir as necessidades de Paulo. A comunhão entre os irmãos também se expressa mediante a solicitude nas circunstâncias adversas. “A comunhão com o Pai e com o Seu Filho”(citada no cabeçalho do blog de hoje- 1 João 1:3) expressa-se de forma especial quando os crentes se reúnem para tomar a Ceia do Senhor. Mediante o emblema do único pão, formado por muitos grãos de trigo, recordam os que todos os verdadeiros filhos de Deus fazem parte do "corpo de Cristo" (que é a Igreja de Deus- 1 Coríntios 10:16-17).
Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.
Pr. Arthur Malta
Ministério Arthur e Rosalee