quinta-feira, 29 de abril de 2010

Doze anos de sofrimento (Marcos 5:25-34)


Igreja Batista Ebenezer Santa Maria - 19/04/2010
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“O Senhor sustenta a todos os que caem e levanta a todos os abatidos. (...) Ele cumprirá o desejo dos que o temem; ouvirá o seu clamor e os salvará.” (Salmo 145:14, 19)


Quem era a mulher que tocou nas vestes do Senhor Jesus a fim de conseguir a ajuda que buscava durante doze anos? Muitos outros tiveram contato com Ele sem experimentar qualquer benefício, mas a fé daquela mulher liberou o poder do Senhor para agir.

O mero contato com o Evangelho ou com cristãos fiéis não traz salvação à alma de ninguém. Apenas quando o coração recebe a Palavra de Deus é que alguém pode ser salvo. A cura dessa mulher ilustra isso claramente.

Jesus parou para fazer a mulher, que faria tudo para permanecer invisível, sair da obscuridade e testificar acerca da sua necessidade tremendo. O Senhor respondeu:

“Filha”. Um relacionamento pessoal foi estabelecido entre Ele e ela.

“A tua fé te salvou”. A necessidade da alma dela foi satisfeita.

“Vai em paz”. Ela podia ir embora em completa segurança.

“E sê curada deste teu mal”. Uma cura total e definitiva tinha ocorrido.

Não é diferente quanto à salvação de nossa alma. Somos salvos pela graça (Efésios 2:8), e nossa salvação é segura. Se, porém, não houver uma confissão sincera e honesta, a alegria da salvação faltará. O relacionamento com Deus é determinado dentro de nosso coração. O testemunho visível de nossa vida prova diante dos outros nossa justificação (Tiago 2:24).

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.

Pr. Arthur Malta
Ministério Arthur e Rosalee

terça-feira, 27 de abril de 2010

E a pedra era Cristo.

Igreja Batista Ebenezer Val Paraíso - 26/04/2010
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"Quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às igrejas: Ao que vencer darei eu a comer do maná escondido." (Apocalipse 2:17)

Meditações sobre o livro de Êxodo (Leia Êxodo 16:32-36 - 17:1-7)

"Toma um vaso, mete nele um gômer cheio de maná..." (v. 33). Era a porção de Deus. "O maná escondido, Cristo vindo do céu e feito homem, ressurreto e exaltado no céu com um corpo glorificado, isto pertencia aos deleites de Deus" (H.Rossier) - deleites que Ele compartilha com os vencedores (Apocalipse 2:17).

Depois da fome, é a sede que se torna o motivo de murmuração deste povo miserável. E agora? A graça de Deus serviu-se disso uma vez mais para nos revelar um mistério valioso, cuja explanação se encontra em 1 Coríntios 10:4: "Beberam da mesma fonte espiritual; porque bebiam de uma pedra espiritual que os seguia. E a pedra era Cristo" (veja também João 7:37-39). Mas, para que saísse água da rocha (a vida do Espírito), era necessário que a rocha fosse ferida, do mesmo modo que Cristo fora ferido na cruz pelas mãos do próprio Deus. Entretanto, observemos: Foi o pecado do povo, suas murmurações e rebeliões, que fez com que a rocha fosse ferida. "Por causa da transgressão do meu povo, foi ele ferido", disse o profeta a respeito de Cristo (Isaías 53:8). E assim, enquanto o maná é uma figura de Cristo vindo do céu, a rocha ferida nos fala de Cristo crucificado, e a água viva representa o Espírito Santo, o poder da nova vida que o ressurreto e vivo Salvador dá a todos os que nEle crêem.

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.


Pr. Arthur Malta
Ministério Arthur e Rosalee

quinta-feira, 22 de abril de 2010

Reflexões


Igreja Ministério da Fé Taguatinga - 21/04/2010
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“Ó minha alma, espera somente em Deus...
Só ele é a minha rocha e a minha salvação; é a minha defesa; não serei abalado.Em Deus está a minha salvação e a minha glória.” (Salmos 62:5-7)

A experiência cristã é: ser amado por um Deus que ama porque quer amar, um Deus que não espera que o objeto desse amor seja amável a Seus olhos, um Deus cujo amor é imutável e eterno.

O coração do homem não mudou; os progressos da civilização não o melhoraram; só conseguiram vesti-lo melhor para que o mal se torne atraente e o homem não tenha que se envergonhar dele.

Às vezes, basta a menor preocupação com as coisas da vida para nos abater e impedir que louvemos a Deus. No momento em que Jesus ia ser entregue para morrer, esquecendo-se de si mesmo com divina calma, cantou um cântico com seus discípulos (Marcos 14:26). Louvou a Deus e, por antecipação, regozijou-Se com as conseqüências da obra que iria realizar.

Um vento tempestuoso desenraiza as árvores, mas dificilmente pode arrancar um ramo de erva. "Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes" (1 Pedro 5:5). A humildade é a fonte de uma vida feliz em companhia do Senhor.

A vida cristã é composta de três coisas: de uma comunhão viva e íntima com o Senhor Jesus; de seu serviço para o qual foi chamado desde o novo nascimento, e da contínua e paciente espera pelo Seu retorno.

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.

Pr. Arthur Malta
Ministério Arthur e Rosalee

terça-feira, 20 de abril de 2010

Perdoa-nos os nossos pecados

Igreja Batista Ebenezer Recanto das Emas – Distrito Federal - 15/04/2010 Clique na imagem para vê-la maior
“Perdoa-nos os nossos pecados, pois também nós perdoamos a qualquer que nos deve. (…) perdoando-vos uns aos outros, como também Deus vos perdoou em Cristo.” Lucas 11:4 e ver Mateus 6:12; Efésios 4:32 Necessitamos tanto de perdão para nossas almas quanto necessitamos de alimento para nosso corpo. Ao pronunciar a oração acima, pedimos a Deus que não permita que soframos as conseqüências de nossos pecados e que nos dê forças para perdoar aos que nos fizeram mal. Nós, que somos tão sensíveis às ofensas, pensemos naquelas com as quais ofendemos a Deus. Elas desonram a Deus e nos impedem de desfrutarmos Seu amor. Nossa culpa nos esmaga, ainda que tentemos rejeitá-la. É a fonte de muitos sofrimentos. Porém, a mensagem essencial do Evangelho é que Jesus Cristo pagou as dívidas por nossas ofensas. Já não devemos suplicar para obter o perdão. Basta reconhecer nossas faltas e nos aproximarmos do Senhor como estamos. Quando experimentamos o perdão de Deus é evidente que também devemos perdoar os que nos ofenderam. Porém, como reagir à uma ofensa? Não podemos negar o fato, nem ainda procurar reconciliação superficial, sem tratar o assunto a fundo. O que fazer? Com humildade e disposição em reconhecer nossas faltas, temos de nos aproximar dos ofensores. Não é um gesto fácil, porém é isso que traz a cura. Liberar perdão é imitar a Jesus (1 Pedro 2:21-23; Mateus 18:23-35) e lembrar do fato de que nós mesmos fomos perdoados. Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito. Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Não há diferença!

Igreja Assembléia de Deus Novo Milênio– Distrito Federal - 05/04/2010

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“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.” Romanos 3:23

Nos primeiros capítulos da epístola aos Romanos, duas classes de pessoas são mencionadas: os que estão “sem lei” (os gentios) e os que estão sob a lei (os judeus). O Espírito de Deus coloca ambos sob o mesmo veredito: “todos pecaram”. Isso torna impossível qualquer auto-justificação diante de Deus, e isso deveria nos fazer pensar.

Talvez você pense: “Eu não posso entender por que não há diferença entre mim, que tento levar uma vida correta, e um terrível criminoso.” Você não é a primeira pessoa a dizer isso. Em nenhum lugar, a Palavra de Deus afirma que os pecados são igualmente graves, mas que todos pecaram e, portanto, caíram do padrão estabelecido pela graça de Deus. Deus exerce um julgamento justo: Ele irá levar em consideração a medida da culpa, a extensão dos pecados e as circunstâncias sob as quais foram cometidos. A severidade de Seu julgamento também dependerá do quanto conhecemos acerca de Deus e de Sua Palavra.

Quão sério é quando os filhos dos cristãos, que ouviram tanto sobre o Senhor Jesus, escolhem se afastar de Deus! Cidades como Corazim, Betsaida e Cafarnaum, que tiveram o privilégio de assistir muitos milagres de Jesus, receberão uma sentença mais severa que Tiro e Sidom, e até mesmo a imoral Sodoma (Lucas 10:13-15). Mas agora é o dia da graça. Todos os que se submeterem ao veredito de Deus serão “justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus” (Romanos 3:24).

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito. Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

quinta-feira, 8 de abril de 2010

REDENÇÃO

Igreja Batista Ebenezer Samambaia Vigilhão – Distrito Federal - 03/04/2010

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“Também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo.” Romanos 8:23.

A redenção da qual falamos ontem se refere à alma do crente. Está diretamente associada ao perdão dos pecados. Colossenses 1:14 afirma: "Em quem [Jesus] temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados". Portanto, a redenção é algo que o cristão nascido de novo já possui.

Mas a Palavra de Deus fala de uma redenção futura, a qual os filhos de Deus esperam: a redenção do nosso corpo. Essa é uma questão também de libertação. Nosso corpo está submetido a uma série de fragilidades: limitações físicas, tentações e problemas! Mas essa condição chegará ao fim. A obra de Jesus Cristo é a base desse tipo de redenção, bem como a do perdão dos pecados.

Os verdadeiros cristãos são selados com o Espírito Santo "para o dia da redenção" (Efésios 4:30). Quando o Senhor Jesus vier buscar os Seus, isso se realizará. No glorioso dia da ressurreição, os mortos que dormiram em Cristo ressuscitarão incorruptíveis, e os corpos dos redimidos que estiverem vivos serão transformados e arrebatados nas nuvens a encontrar o Senhor (1 Tessalonicenses 4:15-17).

Até lá, os filhos de Deus aguardam "o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas" (Filipenses 3:20-21). Então, os que crêem serão como Ele (1 João 3:2). A redenção, pois, engloba todas as facetas de nosso ser: alma, corpo e espírito.

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito. Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

terça-feira, 6 de abril de 2010

Ter comunhão com o Senhor

Igreja Batista Nova Jerusalém – Distrito Federal - 29/03/2010

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“Quando estavam à mesa, tomando ele [Jesus] o pão, abençoou e, tendo-o partido, lhes deu; então, se lhes abriram os olhos, e o reconheceram.” Lucas 24:30-31

O coração daqueles discípulos que saíram tristes de Jerusalém passou a arder à medida que seguiam no caminho a Emaús. Jesus, sem se dar a conhecer, aproximou-se deles e lhes ensinou o significado das Escrituras, cujo centro é Ele próprio. Chegado ao destino, os discípulos constrangem Jesus a ficar com eles. O Senhor nunca se impõe; Ele deseja ser requisitado pelo nosso amor. E então se dispõe e nos proporciona comunhão com Ele. Assentados à mesa, os discípulos passam o pão a Jesus. Nós, de modo semelhante, quando nos reunimos para recordar o Senhor, somos convidados a oferecer-lhe alguma coisa: o nosso louvor e adoração. Em seguida, o Senhor partiu o pão. Embora tenhamos algo que Lhe oferecer, é sempre Ele quem entoa e conduz o louvor por meio do Espírito Santo. Assim entendemos que, qualquer que seja o motivo de nossas reuniões, devemos permitir que Ele tenha a direção e o lugar de destaque. No momento em que Jesus partiu o pão, os discípulos O reconheceram. É surpreendente que não tenham feito isto antes, em particular quando Ele lhes fez a magistral exposição das Escrituras. Não estaria o Senhor nos mostrando que aprendemos mais sobre Sua pessoa mediante a comunhão com Ele (o "comer com Ele") do que mediante o conhecimento doutrinário? Depois de lhes dar o pão, Jesus desapareceu da presença deles. Por que a Escritura não diz que Ele os deixou? Porque, mesmo invisível, está conosco todos os dias, "até a consumação do século" (Mateus 28:20).

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.

Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

 
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