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terça-feira, 22 de junho de 2010

O Terremoto do Monte Pelé

Igreja Batista de Vila Nova Porto – 20/06/2010
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“Porque o salário do pecado é a morte.” (Romanos 6:23)

O vulcão Pelé da ilha Martinica esteve inativo por mais de cinqüenta anos. Porém no dia 4 de maio de 1902, a população começou a sentir estrondos subterrâneos; o vulcão lançou nuvens de fumaça, e sobre a cidade de Saint Pierre caiu uma chuva de cinzas. Uma comissão de peritos chegou à conclusão de que não era nada grave e que aquilo era conseqüência da natureza vulcânica da ilha. Quatro dias depois, um violento terremoto e uma extraordinária erupção destruíram a cidade. Trinta mil pessoas morreram.

Não foi obra do acaso. A decadência espiritual e moral dos habitantes havia chegado a um nível em que perderam todo o conceito de reverência. Zombaram da piedade a tal ponto de pegar um porco e o crucificarem publicamente para escarnecer de Cristo. Como esse fato agradou os moradores da cidade, planejaram repeti-lo. Porém justamente nesse dia a natureza desencadeou suas forças para lembrar o homem que a Deus é devida adoração e respeito. 


Poucos dias antes da catástrofe em Saint Pierre, um evangelista disse que aquele era "um dos lugares mais corruptos do mundo". Ele quis anunciar a mensagem do evangelho, mas os habitantes não lhe permitiram. Tampouco levaram em consideração outras advertências, achando que eram apenas simples ameaças de religiosos profissionais. Quão terrível foi a conseqüência de tamanha insensatez! Como diz a Bíblia: "Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda impiedade e injustiça dos homens" (Romanos 1:18).

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.

Pr. Arthur Malta
Ministério Arthur e Rosalee

terça-feira, 6 de abril de 2010

Ter comunhão com o Senhor

Igreja Batista Nova Jerusalém – Distrito Federal - 29/03/2010

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“Quando estavam à mesa, tomando ele [Jesus] o pão, abençoou e, tendo-o partido, lhes deu; então, se lhes abriram os olhos, e o reconheceram.” Lucas 24:30-31

O coração daqueles discípulos que saíram tristes de Jerusalém passou a arder à medida que seguiam no caminho a Emaús. Jesus, sem se dar a conhecer, aproximou-se deles e lhes ensinou o significado das Escrituras, cujo centro é Ele próprio. Chegado ao destino, os discípulos constrangem Jesus a ficar com eles. O Senhor nunca se impõe; Ele deseja ser requisitado pelo nosso amor. E então se dispõe e nos proporciona comunhão com Ele. Assentados à mesa, os discípulos passam o pão a Jesus. Nós, de modo semelhante, quando nos reunimos para recordar o Senhor, somos convidados a oferecer-lhe alguma coisa: o nosso louvor e adoração. Em seguida, o Senhor partiu o pão. Embora tenhamos algo que Lhe oferecer, é sempre Ele quem entoa e conduz o louvor por meio do Espírito Santo. Assim entendemos que, qualquer que seja o motivo de nossas reuniões, devemos permitir que Ele tenha a direção e o lugar de destaque. No momento em que Jesus partiu o pão, os discípulos O reconheceram. É surpreendente que não tenham feito isto antes, em particular quando Ele lhes fez a magistral exposição das Escrituras. Não estaria o Senhor nos mostrando que aprendemos mais sobre Sua pessoa mediante a comunhão com Ele (o "comer com Ele") do que mediante o conhecimento doutrinário? Depois de lhes dar o pão, Jesus desapareceu da presença deles. Por que a Escritura não diz que Ele os deixou? Porque, mesmo invisível, está conosco todos os dias, "até a consumação do século" (Mateus 28:20).

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.

Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

 
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