quarta-feira, 14 de abril de 2010

Não há diferença!

Igreja Assembléia de Deus Novo Milênio– Distrito Federal - 05/04/2010

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“Porque todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus.” Romanos 3:23

Nos primeiros capítulos da epístola aos Romanos, duas classes de pessoas são mencionadas: os que estão “sem lei” (os gentios) e os que estão sob a lei (os judeus). O Espírito de Deus coloca ambos sob o mesmo veredito: “todos pecaram”. Isso torna impossível qualquer auto-justificação diante de Deus, e isso deveria nos fazer pensar.

Talvez você pense: “Eu não posso entender por que não há diferença entre mim, que tento levar uma vida correta, e um terrível criminoso.” Você não é a primeira pessoa a dizer isso. Em nenhum lugar, a Palavra de Deus afirma que os pecados são igualmente graves, mas que todos pecaram e, portanto, caíram do padrão estabelecido pela graça de Deus. Deus exerce um julgamento justo: Ele irá levar em consideração a medida da culpa, a extensão dos pecados e as circunstâncias sob as quais foram cometidos. A severidade de Seu julgamento também dependerá do quanto conhecemos acerca de Deus e de Sua Palavra.

Quão sério é quando os filhos dos cristãos, que ouviram tanto sobre o Senhor Jesus, escolhem se afastar de Deus! Cidades como Corazim, Betsaida e Cafarnaum, que tiveram o privilégio de assistir muitos milagres de Jesus, receberão uma sentença mais severa que Tiro e Sidom, e até mesmo a imoral Sodoma (Lucas 10:13-15). Mas agora é o dia da graça. Todos os que se submeterem ao veredito de Deus serão “justificados gratuitamente pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus” (Romanos 3:24).

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito. Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

quinta-feira, 8 de abril de 2010

REDENÇÃO

Igreja Batista Ebenezer Samambaia Vigilhão – Distrito Federal - 03/04/2010

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“Também gememos em nós mesmos, esperando a adoção, a saber, a redenção do nosso corpo.” Romanos 8:23.

A redenção da qual falamos ontem se refere à alma do crente. Está diretamente associada ao perdão dos pecados. Colossenses 1:14 afirma: "Em quem [Jesus] temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados". Portanto, a redenção é algo que o cristão nascido de novo já possui.

Mas a Palavra de Deus fala de uma redenção futura, a qual os filhos de Deus esperam: a redenção do nosso corpo. Essa é uma questão também de libertação. Nosso corpo está submetido a uma série de fragilidades: limitações físicas, tentações e problemas! Mas essa condição chegará ao fim. A obra de Jesus Cristo é a base desse tipo de redenção, bem como a do perdão dos pecados.

Os verdadeiros cristãos são selados com o Espírito Santo "para o dia da redenção" (Efésios 4:30). Quando o Senhor Jesus vier buscar os Seus, isso se realizará. No glorioso dia da ressurreição, os mortos que dormiram em Cristo ressuscitarão incorruptíveis, e os corpos dos redimidos que estiverem vivos serão transformados e arrebatados nas nuvens a encontrar o Senhor (1 Tessalonicenses 4:15-17).

Até lá, os filhos de Deus aguardam "o Salvador, o Senhor Jesus Cristo, que transformará o nosso corpo abatido, para ser conforme o seu corpo glorioso, segundo o seu eficaz poder de sujeitar também a si todas as coisas" (Filipenses 3:20-21). Então, os que crêem serão como Ele (1 João 3:2). A redenção, pois, engloba todas as facetas de nosso ser: alma, corpo e espírito.

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito. Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

terça-feira, 6 de abril de 2010

Ter comunhão com o Senhor

Igreja Batista Nova Jerusalém – Distrito Federal - 29/03/2010

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“Quando estavam à mesa, tomando ele [Jesus] o pão, abençoou e, tendo-o partido, lhes deu; então, se lhes abriram os olhos, e o reconheceram.” Lucas 24:30-31

O coração daqueles discípulos que saíram tristes de Jerusalém passou a arder à medida que seguiam no caminho a Emaús. Jesus, sem se dar a conhecer, aproximou-se deles e lhes ensinou o significado das Escrituras, cujo centro é Ele próprio. Chegado ao destino, os discípulos constrangem Jesus a ficar com eles. O Senhor nunca se impõe; Ele deseja ser requisitado pelo nosso amor. E então se dispõe e nos proporciona comunhão com Ele. Assentados à mesa, os discípulos passam o pão a Jesus. Nós, de modo semelhante, quando nos reunimos para recordar o Senhor, somos convidados a oferecer-lhe alguma coisa: o nosso louvor e adoração. Em seguida, o Senhor partiu o pão. Embora tenhamos algo que Lhe oferecer, é sempre Ele quem entoa e conduz o louvor por meio do Espírito Santo. Assim entendemos que, qualquer que seja o motivo de nossas reuniões, devemos permitir que Ele tenha a direção e o lugar de destaque. No momento em que Jesus partiu o pão, os discípulos O reconheceram. É surpreendente que não tenham feito isto antes, em particular quando Ele lhes fez a magistral exposição das Escrituras. Não estaria o Senhor nos mostrando que aprendemos mais sobre Sua pessoa mediante a comunhão com Ele (o "comer com Ele") do que mediante o conhecimento doutrinário? Depois de lhes dar o pão, Jesus desapareceu da presença deles. Por que a Escritura não diz que Ele os deixou? Porque, mesmo invisível, está conosco todos os dias, "até a consumação do século" (Mateus 28:20).

Que o Senhor toque seu coração, transformando-o de glória em glória, até que seja dia perfeito.

Pr. Arthur Malta Ministério Arthur e Rosalee

 
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